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“Faz tudo” – O profissional que faz mais do que deveria

Quarta-Feira, 12 de Dezembro de 2018

Sabe aquele funcionário que faz tudo na empresa? Hoje falaremos um pouco mais sobre esse tipo de profissional, o “Faz Tudo”. Confira.






Há um estigma dentro das empresas em relação aos funcionários que fazem mais do que foram contratados para fazerem. É com certa facilidade que encontramos profissionais que não tem foco naquilo que fazem.
São muitos os que, para tentar ganhar um destaque, na maior parte das vezes passam a fazer mais atividades do que a sua função pede.

E isso é um erro que o funcionário comete, mas que, muitas vezes não tem consciência, achando que está seguindo um caminho certo em sua carreia profissional.
Isso ocorre independentemente da profissão, empresa ou área da atuação, sendo que, dificilmente o empregado será avisado do que está fazendo em excesso.

Fazer mais do que fora contratado para fazer, em um primeiro momento pode parecer algo bom, demonstrando que você é uma pessoa prestativa e que está lá para ajudar em qualquer problema.
Contudo, caso isso ganhe uma habitualidade e aconteça de forma constante, haverá prejuízos tanto para o empregado quanto para o empregador.

Por que não ser um “faz tudo”?

Ao se colocar como “solução” para problemas e situações que não condizem com a sua função, você poderá acumular atividades das quais não conseguirá dar conta.
Muitas vezes, tentamos demonstrar que estamos disponíveis para auxiliar em qualquer caso, e, dessa forma, sermos prestativos.
Porém, muitas pessoas podem acabar entendendo tal fato como uma oportunidade de aproveitar-se de sua boa vontade.
Dessa forma, você poderá acabar sendo requisitado para desempenhar atividades que não condizem com sua função, ou mesmo para fazer favores constantemente, e acabar não sabendo como sair dessa situação.
Há também o fato de que, ao se colocar para realizar algo que não é de sua função, sua inabilidade pode acabar sendo um problema.
Isso não significa que você não pode fazer mais do que o combinado. Quando metas e objetivos importantes são estabelecidos, torna-se essencial para alcançá-los fazendo algo a mais do que foi estabelecido para se fazer.
O problema está quando isso vira um hábito, e você, constantemente, passa a fazer muito mais do que lhe requisitaram.
Saiba que você não pode resolver todos os problemas da empresa sozinho. É preferível que você saiba fazer bem poucas coisas, mas que sejam essenciais para o desempenhar de sua função, do que fazer muitas coisas, mas de um modo ruim.

Piorando problemas

Tentar ajudar em todos os problemas que aparecerem pode acabar surtindo o efeito contrário ao pretendido e piorando a situação.
O profissional “faz tudo”, como já apontamos acima, nem sempre sabe fazer aquilo que se dispôs a fazer, e isso faz com que ele, ao invés de se apresentar como alguém que irá solucionar o problema, faça com que o problema seja agravado.
A falta de experiência em outras áreas faz com que não saibamos analisar a situação como um todo, não enxergando pontos essenciais para a solução do problema.

Saúde em risco

Fazer diversas tarefas que demandem muito de nossa saúde, tanto física quanto mental, irá, certamente, colocar sua saúde em risco.
Muitas atividades exigem cuidados e equipamentos específicos, dos quais não poderemos ter um prévio conhecimento. Isso nos expõe a riscos que, em grande parte das vezes, podem ser extremamente danosos.

Gasto maior

Em relação ao prejuízo que os empregadores podem experimentar, está o alto custo de solicitar que alguém que não tenha experiência com determinada atividade a exerça.
Isso se dá em razão de o empregado que não tenha a habilidade necessária para aquela atividade pode utilizar mais recursos do que o necessário, além de colocar em risco toda a atividade, agravando o problema.
Há também o risco de acidentes e a saúde do colaborador, como informamos acima, que irá fazer com que o empregador tenha que gastar com a recuperação do funcionário.

É necessário que você encontre formas de se destacar na empresa exercendo apenas aquilo para o qual você foi contratado. Claro que, eventualmente, você poderá auxiliar seus chefes e colegas em algumas atividades, mas certifique-se de que você tenha o conhecimento prévio do que irá fazer.
Deixe claro que você foi contratado e está recebendo para exercer apenas aquela função, estando disponível para auxiliar naquilo que você tem conhecimento.
Isso irá demonstrar que você é sim prestativo, mas que, ao mesmo tempo, reconhece suas limitações, podendo ainda adquirir mais experiência para estar sempre evoluindo dentro da empresa.



O jobbol não efetua seleções e recrutamentos, apenas disponibiliza as informações em caráter informativo.

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